ESPECIAL MINI-IMPLANTE -- Protocolo De Seleção De Mini-Implantes: Mandíbula

Protocolo De Seleção De Mini-Implantes: Mandíbula

1 – Vestibular posterior:
- técnica de instalação: Cirúrgica/transmucosa
- comprimento: 5 a 7 mm
- diâmetro: 1,4 a 2,0 mm
- transmucoso: 1 mm
- angulação: 30° a 60°
- fixação óssea: 5 mm

2 – Retromolar:
- técnica de instalação: Cirúrgica/transmucosa
- comprimento: 5 a 10 mm
- diâmetro: 1,4 a 2,0 mm
- transmucoso: 2 mm
- angulação: 0°-90° a 110 mm
- fixação óssea: 4 a 8 mm

3 – Vestibular anterior:
- técnica de instalação: cirúrgico/transmucosa
- comprimento: 5 a 7 mm
- diâmetro: 1,2 a 1,5 mm
- transmucoso: //
- angulação: 60° a 90°
- fixação óssea: 5 mm

4 – Mento:
- técnica de instalação: cirúrgica
- comprimento: 5 a 7 mm
- diâmetro: 1,3 a 1,5 mm
- transmucoso: //
- angulação: 90° a 110°
- fixação óssea: 5 mm

5 – Bicortical:
- técnica de instalação: cirúrgica/transmucosa
- comprimento: 9 a 12 mm
- diâmetro: 1,5 mm
- transmucoso: 1 mm
- angulação: 90°
- fixação óssea: 8 a 11 mm


ÁREA EDÊNTULA MAXILA/MANDIBULA
- técnica de instalação: transmucosa
- comprimento: 7 A 10 mm
- diâmetro: 1,3 a 2,0 mm
- transmucoso: 1 mm
- angulação: 0 a 90°
- fixação óssea: 7 a 8 mm

FONTE:MINI-IMPLANTE:Um guia teórico-prático de instalação e biomecâmica –
Luciano Ladeia Jr –
Napoleão Editora

ESPECIAL MINI-IMPLANTE -- Protocolo De Seleção De Mini-Implantes: MAXILA

Protocolo De Seleção De Mini-Implantes: Maxila

1 – vestibular anterior
- técnica de instalação: cirúrgica / transmucosa
- comprimento: 6 a 7 mm
- diâmetro: 1,3 a 1,6 mm
- transmucoso: 1 mm
- angulação: 60 a 90°
- fixação óssea: 5 mm

2 – Vestibular posterior
- técnica de instalação: transmucosa
- comprimento: 5 a 8 mm
- diâmetro: 1,2 a 1,5 mm
- transmucoso: 1 mm
- angulação: 30° a 60°
- fixação óssea: 3 a 6 mm

3 – Palatina posterior:
- técnica de instalação: transmucosa
- comprimento: 8 a 12 mm
- diâmetro: 1,3 a 1,8 mm
- transmucoso: 2 mm
- angulação: 30° a 60°
- fixação óssea: 7 a 8 mm

4 – Sutura palatina:
- técnica de instalação: transmucosa

- comprimento: 5 a 7 mm
- diâmetro: 1,5 a 2,0 mm
- transmucoso: 1 mm
- angulação: 90° a 110°
- fixação óssea: 5 mm

5 – tuberosidade:
- técnica de instalação: transmucosa
- comprimento: 7 a 10 mm
- diâmetro: 1,3 a 2,0 mm
- transmucoso: 1 mm
- angulação: 0° - 90° a 110°

- fixação óssea: 7 a 8 mm


FONTE:
MINI-IMPLANTE:Um guia teórico-prático de instalação e biomecâmica - Luciano Ladeia Jr. - Napoleão Editora

ESPECIAL MINI-IMPLANTE -- Como deve ser a aplicação de Força sobre um Mini-Implante?

Como deve ser a aplicação de Força sobre um Mini-Implante?

Quem Responde: 
Hyo-Sang Park - Professor Associado do Departamento de Ortodontia e Odontologia, Escola de Medicina, Universidade Keimyung, Taegu, Coréia

Não foram encontradas diferenças significativas entre aplicar a carga em um a dois ou a três meses após a instalação.

Não foram encontradas diferenças significativas entre carga imediata ou carga tardia em cortes histológicos.

Sendo que prefiro colocar a carga nos microimplantes imediatamente após a instalação e manter uma força mínima (menor do que 70g) até dois meses após a instalação.

Após os dois meses, a força pode ser aumentada para 150 a 200g. Em pacientes  jovens, em crescimento, a força máxima que pode ser usada é de 200g para a retração de todos os dentes anteriores ou da arcada inteira.


Em adultos, a força para retração dos dentes anteriores não deve exceder 200g. Para retração da arcada inteira, a força pode ser elevada para o máximo de 400g.

FONTE:
Terapias Atuais em Ortodontia - Ravindra Nanda - Elesevier

ESPECIAL MINI-IMPLANTE: Protocolo: retração anterior.

Protocolo desenvolvido por LABOISSIÈRE  (2005), para a utilização dos Mini-implantes nas retração anterior:
RETRAÇÃO ANTERIOR

QUANTIDADE DE MINI-IMPLANTES

02 MINI-IMPLANTES
LOCAL DE INSTALAÇÃO
1 - Entre os segundos pré-molares e os primeiros molares superiores;
2 - Entre os segundos pré-molares e os primeiros molares inferiores;
3 - Entre os primeiros e os segundos molares inferiores, preferencialmente.

FINALIDADE

Ancoragem direta para a distalização anterior, com diminuição de possíveis movimentos indesejáveis de mesialização da unidade de ancoragem

NOTA TRISTE: Falecimento do Doutor Professor Tatsuko Sakima

TATSUKO SAKIMA -  O introdutor da técnica do Arco Segmentado no Brasil.

Professor Titular Aposentado do Departamento de Clínica Infantil da Faculdade de Odontologia de Araraquara – UNESP. - Coordenador do curso de Mestrado em Ortodontia do Centro de Pesquisas e Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic – Campinas-SP. - Coordenador do curso de Especialização da E.A.P. da APCD – Regional de Araraquara SP. - Professor Visitante do Departamento de Ortodontia da Universidade de Connecticut Health Center – Estados Unidos no período 1985 – 1987 com o Professor Charles Burstone. - Ex-Diretor da Faculdade de Odontologia de Araraquara – UNESP no período 1988 – 1992. - Presidente-Fundador da Associação Paulista de Especialistas em Ortodontia e Ortopedia Facial – APEO no período 2002 – 2005 - 

43/100 - Seja Rigorosamente determinado e faça tudo o que for necessário. - 100 dicas para Valorizar a sua Imagem

#43/100 - Seja Rigorosamente determinado e faça tudo o que for necessário.

Muitos sonhos, inúmeras ideias e nenhuma ação! Como diz Amyr Klink:

“A pior derrota é não partir.”

A despeito das costumeiras opiniões pessimistas sobre seus sonhos e ideias, acredite em seu objetivo de vida e trabalhe vigorosamente por ele. Se desanimar no caminho, lembre-se do ditado:

“Fez porque não sabia que era impossível”.

Provavelmente se Santos Dumont perguntasse às pessoas o que achavam de sua ideia de construir um artefato que transportasse uma pessoa de um lugar a outro – pelo ar – ele não teria feito.

Não poupe esforços para atingir cada meta traçada. E cuidado com a tentação de cortar caminho. Talvez você passe por cima de detalhes que lhe serão úteis durante sua longa caminhada rumo ao sucesso. Sua Preocupação deve ser sempre com a qualidade de sua caminhada e não com a velocidade.

Marketing Pessoal – 100 Dicas para Valorizar a sua Imagem –

Sady Bordin Filho – Record.

STRIPPING – Considerações

STRIPPING – Considerações

Denomina-se Stripping ao desgaste parcial do esmalte interproximal realizado com objetivo de obter-se espaço para o alinhamento dentário.

É considerado um tratamento conservador e/ou uma alternativa auxiliar ao tratamento ortodôntico. Aplica-se com eficácia para o ganho de espaços nas arcadas superiores e inferiores e também para ajustar os tamanhos dentários em ambas as arcadas.

O Stripping permite obter espaço dentário com a mínima alteração do perfil facial; é o método de eleição quando se deseja eliminar espaços triangulares negros em pacientes adultos.

Esse desgaste pode ser realizado em qualquer etapa do tratamento. Geralmente, é uma técnica simples que não produz mal—estar ao paciente e não apresenta efeitos colaterais, quando realizado corretamente.

O desgaste interproximal, uma forma simples de ganhar espaço no arco dentário, vem sendo modificado por técnicas mais precisas que envolvem procedimentos que vão desde a forma manual até a utilização de instrumentos rotatórios.

Stripping significa, literalmente, do inglês:
Desfazer; descascar; raspar; tirar.

A técnica de Stripping foi introduzida por Ballard, em 1944. Nessa época, acreditava-se que o Stripping podia favorecer o desenvolvimento de cáries. Entretanto vários estudos realizados por renomados cariologistas demonstraram que esse desgaste provoca uma reação de defesa no dente, criando zonas de enucleação, as quais produzem uma remineralização acelerada, já que a saliva neutraliza as zonas desgastadas e o processo de remineralização fortalece o esmalte. Essa remineralização começa uma hora após o desgaste.

Em casos de apinhamento leve ou moderado, o Stripping representa uma das possíveis alternativas para a solução do caso. Nos casos com apinhamento anteroinferior entre 4 a 7 mm, o Stripping pode ser planejado como alternativa à extração de um incisivo inferior.

Raras vezes existe a necessidade de reduzir a superfície mesial dos caninos decíduos. Entretanto, isso pode ser feito quando o ortodontista não pretende extrair os dentes permanentes e existe interferência localizada que resulta na rotação do incisivo lateral.

Fonte:
Ortodontia Contemporânea – Diagnóstico e tratamento –
Esequiel E. Rodríguez Yáñez – REVINTER – AMOLCA.

Análise de McNamara: Medidas Utilizadas na Avaliação do PADRÃO DENTÁRIO

Análise de McNamara:
Medidas Utilizadas na Avaliação do PADRÃO DENTÁRIO

Relação Ântero-posterior do Incisivo superior com a Maxila:

Corresponde à distância linear da face vestibular do incisivo superior até uma linha vertical paralela à linha Nperp, passando pelo ponto A – linha A.
A amplitude de variação normal desta medida vai de 4 a 6 mm. Valores mais altos indicarão a protrusão dos incisivos superiores, enquanto que valores mais baixos indicarão a retrusão destes dentes.

Fontes:
Manual de Cefalometria –
Oswaldo de Vasconcellos Vilella -Guanabara KOOGAN

[ARTIGO] Experiência de dor em adultos e crianças

TÍTULO:
Avaliação da experiência de dor em adultos e crianças depois de colagem de braquetes e arco inicial

AUTORES:
CAMPOS, Marcio José da Silva et al.

PUBLICAÇÃO:
Dental Press J. Orthod. [online]. 2013, vol.18, n.5, pp. 32-37.

INTRODUÇÃO:
Durante o tratamento ortodôntico, os pacientes rotineiramente relatam situações de dor, que ocorrem em até 95% dos casos. Essa dor é proveniente de alterações no ligamento periodontal e nos tecidos moles circundantes, e a sua intensidade e prevalência variam de acordo com a faixa etária dos pacientes.

OBJETIVO
O objetivo desse estudo foi avaliar a experiência de dor nos dentes e na mucosa bucal em pacientes adultos e crianças durante duas fases iniciais do tratamento ortodôntico.

MÉTODOS:
A intensidade de dor nos dentes e na mucosa bucal relatada por 20 pacientes, 10 crianças (11-13 anos) e 10 adultos (18-37 anos), foi registrada com uma Escala Visual Analógica (EVA) durante 14 dias, sendo 7 dias apenas com os braquetes colados e 7 dias com o arco inicial inserido.

RESULTADOS:
Não houve diferença significativa na intensidade de dor entre adultos e crianças.
Após a colagem dos braquetes, 50% das crianças e 70% dos adultos relataram dor; e, após a inserção do arco inicial, a prevalência de relatos foi de 70% para ambos os grupos.

Os adultos relataram dores constantes e de baixa intensidade na mucosa bucal, enquanto as crianças mostraram grande variação na intensidade, porém com tendência de diminuição durante o período de avaliação.
Os picos de intensidade e prevalência de dor nos dentes ocorreram, respectivamente para crianças e adultos, 24h e 48h após a inserção do arco inicial.

CONCLUSÃO:
De modo geral, as crianças exibiram menor prevalência de relatos de dor, porém com maior intensidade do que os adultos.

Palavras-chave:
Dor; Tratamento ortodôntico; Escala Visual Analógica.


LINK PARA O ARTIGO: AQUI (INGLÊS)

Distalizador de Veltri: VOCÊ JÁ CONHECE?

Distalizador de Veltri:


É um aparelho de distalização molar idealizado pelo Dr. Nicolas Veltri, 1990. É constituído por um parafuso de extensão palatossagital, cimentado a 90°, para obter a distalização bilateral dos molares.

Vantagens:
1. D ponto de visto biomecânico, o distalizador Veltri é capaz de produzir movimentos de translação dos primeiros molares superiores. Devido à rigidez do conjunto parafuso-braços-bandas, o ponto de aplicação das forças encontra-se no nível do corpo do parafuso. Assim, o vetor de força passa pelo centro de resistência dos primeiros molares superiores.
2. A ativação do distalizador é muito fácil graças à chave do expansor.
3. É estético, já que é cimentado na face palatina.
4. O custo de fabricação é inferior ao outros dispositivos de distalização molar.
5. O uso clínico do aparelho é simplificado, pois ao final da fase ativa do tratamento esse pode ser diretamente convertido em um aparelho de contenção.
6.  Estudos de alguns casos tratados com o distalizador de Veltri sugerem que, com esse dispositivo, a perda de ancoragem sofrida no segmento anterior da arcada maxilar é menor do que com o Jones Jig e com o Pêndulo.
 
Fabricação:

1. O aparelho é constituído por um parafuso palatossagital, o qual é unido às bandas cimentadas sobre os primeiros molares e segundos pré-molares superiores ou sobre os segundos molares superiores decíduos.
2. A ancoragem é constituída por um botão de Nance soldado ao corpo do parafuso.

Ativação:

O parafuso é ativado por meio de uma chave com dois quartos de volta por semana.
Sabendo que cada quarto de volta corresponde a uma ativação de 0,2 mm, a velocidade de distalização é de, aproximadamente, 1,5 mm por mês.

A correção completa de uma relação molar classe II, aproximadamente 5 mm, exigirá, em média, um tratamento ativo de 3 meses e meio. Ao final da fase ativa de tratamento, o aparelho é retirado, o parafuso é bloqueado e os braços que unem o parafuso às bandas dos segundos pré-molares são cortados.

Fonte:
Ortodontia Contemporânea – Diagnóstico e tratamento –
Esequiel E. Rodríguez Yáñez –
REVINTER – AMOLCA.

Hooks Deslizantes: Você já utilizou?

Hooks Deslizantes:

É uma técnica para distalizar molares onde se combinam uma mola aberta de NiTi, um jig deslizante e um elástico intermaxilar classe II.

O distalizador produzirá uma força de 75 a 150 g, dependendo da quantidade de compressão e diâmetro da mola, bem como da espessura do elástico corrente. Nessa técnica, colocar a mola aberta de NiTi e o jig deslizante no arco principal. Esse deverá ser de aço redondo de 0,020” ou retangular de 0,017 x 0,025”.
A mola e o jig deslizante deverão estar passivos, isto é, é a distância entre a aleta distal do canino e a face medial do tubo será a mesma ocupa a mola e o jig deslizante. A forma de ativá-lo será colocando um elástico intermaxilar de classe II desde Hooks deslizante ao Hooks do molar. No momento da abertura bucal, o elástico distende-se, o Hooks desliza e a mola de NiTi se comprime.

Vantagens:
1. Muito higiênico.
2. Fácil d fazer e econômico.
3. Produz uma distalização de 0,5 a 1 mm por mês.
4. Cômodo e bem aceito pelo paciente.
5. Pode ser utilizar de forma uni ou bilateral.

Desvantagens:
1. Dependemos de colaboração do paciente para ativação da mola (uso do elástico de classe II).
2. Não produz distalização em bloco.
3. Vestibularização do segmento ântero-posterior.

Recomendações:
1.  Ferulizar o segmento ântero-posterior para diminuir sua Vestibularização.

2. Ancorar com um arco lingual os molares inferiores, o que diminuirá a extrusão molar ocasionado pelo uso dos elásticos de classe II.
3. Quanto maior for o lúmen da mola aberta e menor o diâmetro do arco principal, mais rápido será a distalização.
4. Trocar, a cada 24 horas, o elástico intermaxilar.
5. Sugere-se elástico intermaxilar de 170g.
6. O elástico deverá distender-se em 3 vezes seu diâmetro original.

7. Recomenda-se ao paciente a ingestão dos alimentos com os elásticos de classe II.

42 - NÃO ABANDONE SUAS ORIGENS - 100 Dicas para Valorizar a sua Imagem

42 - NÃO ABANDONE SUAS ORIGENS:


É muito triste quando as que ficam famosas esquecem por completo o meio em viviam, quando eram simples mortais, desconhecidos.

Não deixe de voltar à sua cidade natal, de visitar amigos de infância e locais que frequentava.

Retornar às origens é uma demonstração inconteste de que você, apesar do sucesso, continua sendo uma pessoa simples.

Fonte:
Marketing Pessoal – 100 Dicas para valorizar a sua imagem – Sady Bordin Filho – Editora Record

ALERTA: Bochechos com água oxigenada são cancerígenos, mas são, livremente, indicado na internet

Título original em inglês:
Mouthwashes with hydrogen peroxide are carcinogenic, but are freely indicated on the internet: warn your patients!

Título em português:
Bochechos com água oxigenada são cancerígenos, mas são, livremente, indicado na internet: Alertar seus pacientes!

Autor:
CONSOLARO, Alberto.

Publicação:
Dental Press J. Orthod. [online]. 2013, vol.18, n.6, pp. 5-12. ISSN 2176-9451. 

Resumo:
Tudo começou no Egito antigo, onde procurava-se clarear os dentes com bochechos antissépticos com ureia da urina humana. Os dentes se harmonizam com expressões de sentimentos, na comunicação, como uma verdadeira vitrine do cérebro e seus conteúdos!
Clareadores dentários são medicamentos, e não cosméticos!
Bochecho com água oxigenada representa um procedimento improcedente e perigoso! O uso do peróxido de hidrogênio ou água oxigenada na boca deve ser feito diretamente pelo profissional da Odontologia, treinado para proteger as mucosas contra o contato desses produtos.
O tempo e a forma de uso requerem cuidados, para se proteger ou diminuir os efeitos indesejáveis sobre os tecidos.
Vários websites "ensinam" como adquirir e preparar água oxigenada para fazer bochechos antissépticos e clarear os dentes. Alguns websites se referem ao profissional da Odontologia como um "explorador", por não ensinar isso ao paciente.

No presente artigo, procuraremos informar e dar fundamentos para que os profissionais da Odontologia e auxiliares possam embasar suas reflexões, opiniões e condutas relacionadas ao tema "uso indiscriminado e livre de peróxido de hidrogênio na boca sobre os dentes e mucosa bucal".
Esses websites, blogs e perfis em redes sociais abusam da fé pública e deveriam ser acionados judicialmente, imediatamente, pelas autoridades públicas, pelo crime contra a saúde das pessoas.

LINK PARA O ARTIGO: AQUI

Tipos de Elásticos Intermaxilares - 2ª parte.

05 - Elásticos em forma de "M" ou "W":

Esses elásticos são usados para extruir um grupo de dentes e fechar de maneira efetiva a mordida.
Aqui deve usar o elástico de 300g.

06 - Elástico triangulares:

A.    Classe II: São de forma triangular com uma orientação classe II. Indicados por seu componente vertical de extrusão em mordidas aberta.



B.    Classe III: de forma triangular; usados por seu componente vertical de extrusão da parte posterior do arco superior para a correção sagital da má oclusão Classe III.

07 - Elástico para mordida cruzada:

Usado para descruzar a mordida de um dente ou grupo de dentes. Colocado nos dentes opostos na face palatina de um molar superior até o gancho do molar inferior do mesmo lado, por exemplo. Também chamados de em "Z" ou Cruzados.

08 - Elásticos Assimétricos:

Utilizam-se elásticos classe II de um lado, elástico classe III do lado oposto e um elástico de linha média.
Correção: desvio da linha média.



Fonte:
Ortodontia Contemporânea - Diagnóstico e Tratamento -
Esequiel E. Rodríguez Yáñez -
REVINTER AMOLCA

Tipos de Elásticos Intermaxilares - 1ª parte.

01- Elásticos Retangulares ou em caixa:

Os elásticos em caixa podem ser colocados na região anterior ou posterior; ajudam a provocar a extrusão dentária e melhoram a intercuspidação.

Estão indicados para fechar espaços, extruir um segmento dos arcos dentários e intercuspidar, fechar mordidas anteriores e posteriores, melhorar o overbite e o overjet, podem ser colocados em diversos vetores: Classe I, Classe II ou Classe III.
 
02 - Elástico em forma de 'U':

Esse elástico tem efeito de extrusão, de maneira que pode ser usado com segmentado ao arco antagonista.

03 - Elástico em Delta:

Esse elástico tem forma de triângulo.
Auxilia no refinamento da intercuspidação.
Pode ser usado como um triângulo curto, que se usa a componente vertical de extrusão para um só dente em infraoclusão. Ajuda a fechar as mordidas abertas entre 0,5 a 2 mm.

04 - Elástico em "V":

Esse elástico tem um componente vertical de extrusão leve.
Pode ser usado para extruir um dente.




Fonte:
Ortodontia Contemporânea - Diagnóstico e Tratamento -
Esequiel E. Rodríguez Yáñez -
REVINTER AMOLCA

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