Movimentando molar com Miniplaca

Título:
UTILIZAÇÃO DAS MINIPLACAS PARA A MOVIMENTAÇÃO DE MOLARES

Autor:
EDUARDO GIANONI FRIZZO

Publicação:     
Monografia apresentada à unidade de Pós- graduação da Faculdade Ingá – UNINGÁ – Passo Fundo-RS como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Ortodontia
Orientador: Professor MS. Anamaria Estacia 

RESUMO
A ancoragem em Ortodontia é muito discutida, pois é de fundamental importância no tratamento ortodôntico. Dentre os recursos tecnológicos utilizados na Ortodontia atual, destacam-se os dispositivos de ancoragem esquelética temporários, divididos em duas categorias: os mini-implantes e as Miniplacas.
Esses dispositivos de ancoragem têm ganhado espaço dentro da prática ortodôntica, por serem de fácil instalação, não necessitando da cooperação do paciente.
Miniplacas podem ser utilizadas em tratamentos que antes eram impossíveis de serem realizados com as técnicas convencionais, com isso cirurgias ortognáticas puderam substituídas e, muitos tratamentos que antes eram de difícil execução puderam ser solucionados.

Portanto, o objetivo deste estudo de revisão de literatura foi abordar as principais utilizações das Miniplacas para a movimentação de molares dentro da Ortodontia. O conhecimento de como e quando se pode utilizar este mecanismo de ancoragem nos pacientes que necessitem de tratamento ortodôntico envolvendo distalização de molares, intrusão de molares e correções de mordidas abertas anteriores, também foi focado.
   
Palavras-chave:
Ortodontia. Procedimentos de ancoragem ortodôntica. Mordida Aberta

Link para a monografia: Aqui

[Fique por Dentro] Pesquisadores brasileiros desenvolvem uma nova técnica para tratar crianças lábio-leporino.

1 - O que é Lábio Leporino?
Segundo o médico Diógenes Laércio, “A fissura lábio palatina ou lábio leporino é uma fenda que compromete o lábio, a gengiva e todo céu da boca.”

2 - Como é o Tratamento?
O tratamento é realizado em três etapas.
Na primeira, com o bebê recém-nascido, uma cirurgia plástica fecha o corte no lábio.
Na segunda, com um ano e meio de idade, os médicos corrigem a fenda do céu da boca.
Quando a criança já tem entre oito e 12 anos, é hora de tratar a gengiva. Essa etapa é dolorosa. Um pedacinho de osso da bacia é retirado para preencher o buraco no osso acima da gengiva.

3 - Como é a nova Técnica de tratamento?
Médicos brasileiros estão pesquisando uma técnica nova. Os dentes de leite, que começam a cair ali pelos seis anos de idade, têm um tipo de célula-tronco capaz de formar osso onde não existe.
“Essas células começam a formar um novo osso. O fato de você não ter que tirar osso da bacia reduz custo porque reduz número de profissionais envolvido e reduz o tempo de internação desses pacientes nos hospitais”, afirma a dentista e geneticista Daniela Franco Bueno.

4 - Essa nova técnica já vem sendo utilizada?
Depois de oito anos de pesquisas no Instituto Sírio-Libanês e no Hospital Municipal Menino Jesus, a técnica foi usada em três crianças. Em seis meses o resultado já aparece.
“Onde a gente tinha uma falha óssea a gente não tem mais." afirma Daniela.

5 - Todas as crianças já podem ser beneficiadas por essa nova técnica?
“A nossa expectava é que esse conhecimento, essa nova tecnologia, chegue aos pacientes em aproximadamente três a cinco anos”, afirma Daniela Franco Bueno.

Fonte:
G1.com

Análise de McNamara. Medidas Utilizadas na Avaliação do PADRÃO ESQUELÉTICO. 2ªParte

Análise de McNamara.
Medidas Utilizadas Na Avaliação do PADRÃO ESQUELÉTICO.

02 - RELAÇÃO DA MANDÍBULA COM A BASE DO CRÂNIO:
É determinada pela distância linear do ponto Pogônio(Pgo) até a linha Násio perpenticular (Nperp).

Por convenção, quanto o ponto pogônio se encontra à frente de Nperp, o valor da leitura é positivo. quando atrás, negativo.

Na dentição mista, o valor normal varia de -6 a - 8 mm, isto é o Pogônio deve estar localizado de 6 a 8 mm atrás de Nperp.
Em adultos do sexo feminino, a variação normal vai de -4 a 0mm
Nos homens, varia de -2 a 2 mm.

Fonte:
Manual de Cefalometria - Oswaldo de Vasconcellos Vilella - Guanabara Koogan

Análise de McNamara. Medidas Utilizadas na Avaliação do PADRÃO ESQUELÉTICO.

Análise de McNamara.
Medidas Utilizadas Na Avaliação do PADRÃO ESQUELÉTICO.

01 - Relação da Maxila com a Base do Crânio:

É determinada pela distância LINEAR do ponto A até a linha Násio perpendicular (Nperp).

- Na dentição mista, seu valor normal é 0 mm.
- Em adultos, o valor aumenta para 1 mm, isto é, o ponto A deve estar localizado 1 mm adiante de Nperp. Por conseguinte, quando o ponto A estiver atrás de Nperp, o valor desta medida será negativo.

Atenção:
Apesar da linha Nperp ser um indicador razoavelmente seguro da posição da maxila, em alguns casos ela é  capaz de fornecer uma ideia errada sobre o problema. Como:
 1 - Nas maloclusões de Classe III, nas quais a base craniana anterior está encurtada, o ponto N se encontra numa região mais posterior do que normalmente estaria. Nesta situação, os valores encontrados indicarão um posicionamento equivocadamente anterior da maxila.

2 - Na maloclusões do tipo Classe II, 2ª divisão, onde os incisivos centrais superiores estão excessivamente inclinados para lingual, o ponto A está deslocado para frente 1 ou 2 mm, por influência das raízes. Nestes casos, uma correção de igual magnitude deve ser executada, ao se analisar o valor encontrado.

Fonte:
Manual de Cefalometria - Oswaldo de Vasconcellos Vilella - Guanabara Koogan

Tenho 2 implantes, posso colocar aparelho?

Então, a resposta para essa pergunta é o meu já famoso depende...

Sim, vai depender do planejamento, de como vai ser executado o tratamento ortodôntico, bem como, do planejamento utilizado para a realização dos implantes… 

Complicado? 

Então, vamos por partes.

Primeiro: O implante.
Os implantes dentários são utilizados para substituir dentes. São parafusos de titânio que ficam encravados no osso e esses parafusos, através de conexões especiais, recebem a coroa, que é a parte visível do dente. O Titânio, utilizado na confecção dos parafusos de implante, possui uma propriedade de combinar com o osso do nosso organismo de tal forma que o parafuso fica quase soldado ao osso ao redor. Por isso, os implantes ficam firmes e fixos na arcada dentária.

Segundo: O Aparelho Ortodôntico.
O dente natural possui um conjunto de estrutura, própria do organismo, que facilita a sua locomoção pelo osso presente na boca. Os aparelhos ortodônticos utilizados ajudam e direcionam a movimentação dentária planejada antes de colar as peças nos dentes dos pacientes. Assim, um dos requisitos básicos do tratamento ortodôntico é a movimentação dentária.

A pergunta: “tenho 2 implantes, posso usar aparelho?”
Como o implante fica fixo e ‘colado’ no osso, os aparelhos ortodônticos não conseguem realizar a movimentação desses parafusos. Por isso que vai depender o tipo de tratamento a ser realizado. Se o tratamento ortodôntico prevê a movimentação dos dentes para trás e os implantes são justamente os dois incisivos centrais – os dentes da frente – fica bem complicado o tratamento. Por outro lado, um dente implantado pode ajudar na ancoragem, ou seja, pode ajudar a movimentar alguns dentes e o implante fica paradinho no seu lugar.

Assim, o melhor a fazer é ter uma boa conversa com o seu ortodontista para saber quais são as possibilidades do seu tratamento. E também, consultar o seu implantodontista para você ficar sabendo a real situação do seu implante.

Esse texto foi publicado originalmente no Blog do Dentista, leia esse e muitos outros lá!


Mini-implantes e Retração anterior: A dupla!

TÍTULO:
Mini-implantes ortodônticos como auxiliares da fase de retração anterior.

AUTORES:
Carlo Marassi
Cesar Marassi

PUBLICAÇÃO:
R Dental Press Ortodon Ortop Facial - Maringá, v. 13, n. 5, p. 57-75, set./out. 2008.

RESUMO:



PALAVRAS-CHAVE:
Ortodontia. Procedimentos de ancoragem ortodôntica. Mini-implantes. Retração anterior.


LINK PARA O ARTIGO: aqui

Mordida Aberta Dentária X Mordida Aberta Esquelética

Mordida Aberta:

O terno mordida aberta significa ausência localizada de oclusão, produto do desenvolvimento vertical posterior insuficiente ou do desenvolvimento vertical anterior excessivo, impedindo que um  ou mais dentes contatem com o dente correspondente da arcada oposta.
A mordida aberta é encontrada, geralmente, na região anterior, mas também pode ocorrer na região posterior ou combinada.

Tipos de Mordida Aberta:

1 - Mordida Aberta Dentária - falsa:
Ocorre quando estão proclinados unicamente os dentes, sem alteração de suas bases ósseas; geralmente não se estendem além dos caninos. Essa estará associada a problemas exclusivamente dentários, ou seja, a causa são os dentes e não seu osso de suporte.



2 - Mordida Aberta Esquelética - verdadeira:

Nesse tipo de mordida já existe uma deformidade nas apófises alveolares à qual são acrescentadas características dolicofaciais (face comprida), portanto estará associado a problemas esqueléticos, ou seja, os ossos de suporte se encontrarão afetados em seu crescimento. 


[Artigo] Planejamento Digital - Digital Smile Design: Uma ferramenta para planejamento e comunicação em odontologia estética.

Título:
Digital Smile Design: Uma ferramenta para planejamento e comunicação em odontologia estética.

Autores
CoaChman, Christian
Calamita, marcelo
SChayder, adriano

Publicação:
Dicas- Volume 0, número 02 - 2012

Resumo:
O objetivo de todo tratamento estético dental deve ser o de criar um design que se integre com as necessidades funcionais, estéticas e emocionais do paciente.
Técnicas e materiais modernos podem ser inúteis se o resultado final não atingir as expectativas estéticas do paciente. Por esse motivo, a equipe interdisciplinar deve munir-se de todas as ferramentas possíveis para melhorar a visualização dos problemas estéticos, criar possíveis soluções, apresentar essas soluções de forma eficaz para o paciente e guiar com precisão os procedimentos clínicos e laboratoriais para atingir resultados previsíveis.
A utilização de ferramentas digitais para aprimorar e facilitar o trabalho em equipe e a comunicação com o paciente passa a ser fundamental. A chave do sucesso é a comunicação visual! Como sabemos, “uma imagem vale por mil palavras”.

O protocolo DSD proposto irá melhorar:
O diagnóstico estético;
A comunicação interdisciplinar;
A análise estética crítica durante e/ou pós-tratamento e a reavaliação;
A relação dentista-paciente, o gerenciamento de expectativas, educação, motivação, ferramenta de marketing, fechamento de tratamento.

Contagie a todos com o seu exemplo de dedicação. 40/100 - 100 Dicas para valorizar a sua imagem.

#40 Contagie a todos com o seu exemplo de dedicação.

Nossa sociedade precisa de heróis. Precisa de ídolos. Precisa de modelos a serem seguidos. Precisa de exemplos!

Não lhe custará absolutamente nada dar sua importante contribuição à sociedade, principalmente aos estudantes, servindo como exemplo vivo de que vale a pena ter uma conduta ilibada, correta, honesta e dedicada. Mostrar que vale a pena acordar cedo todos os dias. Mostrar que só com o trabalho e seriedade se chega ao sucesso.

Sempre que puder, em qualquer lugar, procure contagiar as pessoas com seu próprio exemplo de vida. conte a elas sobre sua difícil caminhada. Mostre o quanto você suou e batalhou. convença-as de que só existe um caminho para chegar ao sucesso: muito trabalho e muita determinação.

Fonte:
Marketing Pessoal: 100 Dicas para Valorizar a sua Imagem - Sady Bordin Filho - Record Editora

Análise Cefalométrica de Ricketts: Posição do Molar Superior

Análise Cefalométrica de Ricketts:

Para você nunca mais esquecer!

Posição do Molar Superior:


É a distância a partir da face distal do primeiro molar superior permanente até a Vertical Pterigóidea (PTV), medida perpendicularmente a está última.

Norma: idade do paciente em anos + 3mm
DP:+ 3mm

Interpretação:

A vertical pterigoide indica o limite posterior da maxila. Essa medida determina se a relação molar alterada é devido à posição do molar superior ou do inferior. Da mesma forma, alerta sobre a possibilidade de impactação dos terceiros molares superiores, podendo ajudar na tomada de decisões sobre exodontias.

Fonte:
Ortodontia e cirurgia Ortognática - Jorge Gregoret - Tota

Classificação do Periodonto: Importante para o sucesso dos Mini-implantes

Classificação de MAYNARD:

Nesta classificação, são descritos quatro tipos de periodonto. Considerando como parâmetro classificatório a espessura vestíbulo-lingual do osso alveolar e a espessura da gengiva inserida.

Tipo I – Caracteriza-se por ter a espessura vestíbulo-lingual do osso alveolar, assim como as dimensões da gengiva inserida, normal.
Gengiva inserida: 3 a 5mm. Apresenta-se espessa e firme, à palpação. Uma faixa de tecido queratinizado suficiente separa a gengiva livre do osso alveolar.


Tipo II – O periodonto do tipo II caracteriza-se por ter a espessura vestíbulo-lingual do osso alveolar normal, porém, as dimensões do tecido queratizado são reduzidas. Clinicamente, a gengiva inserida mede menos de 2 mm. Na palpação, o osso subjacente parece ter uma espessura razoável.



Tipo III – O periodonto do Tipo III caracteriza-se pela fina espessura vestíbulo-lingual do osso alveolar, ao passo que o tecido queratinizado tem uma dimensão normal. Clinicamente, a altura do tecido queratinizado apresenta uma variação de 3 a 5mm, porém, o osso é delgado e as raízes dentárias podem ser palpadas.



Tipo IV – No periodonto do tipo IV, tanto o tecido queratinizado, quanto o osso alveolar apresentam espessuras reduzidas. Nessa situação tecidual, existe uma forte tendência à recessão gengival na ausência do controle de placa bacteriana por parte do paciente, assim como na presença de traumatismo dental.



Fonte:

Mini-implantes – Luciano Ladeia Jr. – Luiz Eduardo Ladeia – Napoleão Editora

Dentes Supranumerários - Veja o que você sabe!

Monografia
Dentes Supranumerários - Revisão de Literatura


Autora
Marília da Rocha Ribeiro

Publicação
TCC apresentado ao Curso de Graduação em Odontologia da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Resumo:
Palavra-chave
Dentes supranumerário. Dente extranumerário. Hiperdontia. Dente retido
Link: Aqui

Quais Problemas Ortodônticos devem ser tratados precocemente?

São todos aqueles que não se autocorrigem e que durante o desenvolvimento da oclusão, gradativamente, imprimem ao paciente alterações esqueléticas, com assimetrias faciais que somente procedimento cirúrgico pode resolver.

Entre esses, citamos:

1 - A perda precoce dos dentes decíduos. Manutenção e recuperação de espaço.

2 - Hábitos bucais deletérios.

3 - Mordida Cruzada Anterior e/ou Posterior.

4 - Mordida Aberta Anterior.

5 - Dentes supranumerários irrompidos ou impactados.


Fonte:
Pergunte a um Expert - Qual a melhor época para se iniciar o tratamento das más oclusões? Parte 1 - Renato Rodrigues Almeida - Rev. Clin. Ortod.Dental Press 2014 abr-maio: 13(2): 11-26 

AUTOLIGADO: EFEITOS DESEJÁVEIS E INDESEJÁVEIS

TÍTULO:
AUTOLIGADO EFEITOS DESEJÁVEIS E INDESEJÁVEIS

AUTORA:
ANITA MONTEIRO DE SOUZA FURTADO

PUBLICAÇÃO:
Monografia apresentada ao Programa de Especialização em Ortodontia do ICS - SOEBRÁS NUCLEO CAMPINAS, como parte dos requisitos para obtenção do título de Especialista.
RESUMO :
Os braquetes autoligados têm ganhado popularidade nesses últimos anos. Várias vantagens são atribuídas ao sistema de braquetes e alguns ortodontistas consideram que este sistema tem a capacidade de expandir os arcos com pouca inclinação.
O propósito deste trabalho foi avaliar, por meio de revisão de literatura, os braquetes autoligados quanto à eficiência, eficácia no tratamento, expansão da arcada, inclinações dentárias e estabilidade em comparação com os braquetes convencionais.
O resultado deste estudo apontou que apesar das afirmações sobre as vantagens dos braquetes autoligados a prova é geralmente inexistente. Menor tempo de cadeira e menor vestibularização parecem ser as únicas vantagens significativas do sistema de aparelhos autoligados em relação aos sistemas convencionais, que são apoiados pelas evidências atuais. E quanto à eficiência, expansão e inclinações dentárias os resultados são similares aos braquetes convencionais.

PALAVRA-CHAVE:
Braquetes autoligados.Inclinações dentárias.Expansão alveolar.

LINK: aqui

Como fazer o paciente cooperar com o tratamento ortodôntico - 2ª Parte


1. O convívio ortodontista-paciente/responsável é fundamental para se estabelecer a situação de "ganho-ganho" que possibilitará um ambiente favorável. Portanto, os pacientes acreditam que participaram das decisões do tratamento e, por isso, se sentem responsáveis por atingir os objetivos aceitos mutuamente.

 2.    Um ambiente de apoio em casa assim como no consultório ajuda a cooperação do paciente com os comportamentos necessários. Portanto, é importante fornecer feedback  e reforçar o sucesso na realização de tarefas necessárias. Um programa de premiação ou um sistema de "boletim" pode ser efetivo em prover feedback  e esforço.

3.    O reforço da causa e efeito sobre os comportamentos necessários para se obter sucesso deve ser enfatizado. Deve ser mostrado que as mudanças significativas relacionadas ao tratamento, em termos de tempo e o resultado final, são resultado do controle do paciente.
  

4. Finalmente, avaliações e consultas repetidas podem esclarecer os objetivos, os papéis e as responsabilidades pelo sucesso.   

Fonte:
Terapias Atuais em Ortodontia - Ravindra Nanda - ELSEVIER

Como fazer o paciente cooperar com o tratamento ortodôntico - 1ª Parte

Orientações para melhoria e manutenção da cooperação do paciente.

1.   O primeiro passo para prevenção da falta de cooperação é entender as necessidades e os desejos paciente.
A principal preocupação do paciente e as razões para a busca pelo tratamento ortodôntico são importantes. Além disso, uma vez que o tratamento tenha progredido para um ponto no qual tenham ocorrido mudanças estéticas positivas, deve-se mostrá-las tanto para o paciente como para seus pais. Fotografias do progresso do tratamento também podem recrutar e reforçar a adesão. O pessoal do consultório e o ortodontista podem utilizar esta reação como um reforço positivo e melhorar/manter a cooperação durante o tratamento.

2.    Outro passo inicial necessário no processo, envolve a delegação de poder ao paciente por meio da educação sobre o seu problema ortodôntico, as opções de tratamento, o comportamento necessário em cada uma das opções e as limitações de cada abordagem.


3.    A próxima etapa envolve um acordo entre o ortodontista e o paciente (e responsáveis) a respeito do plano de tratamento a ser utilizado. Um entendimento claro do potencial de sucesso e das limitações da abordagem selecionada é necessário. Quando o ortodontista e o paciente não concordam com os objetivos e com os comportamentos necessários, uma explicação clara das limitações deve ser apresentada e documentada antes do início do tratamento.

Fonte:
Terapias Atuais em Ortodontia - Ravindra Nanda - ELSEVIER

Elásticos Classe III - Para quem não sabe!

Elásticos Classe III

São elásticos interarcos. Colocados posteriormente no arco superior – no molar – e anteriormente, nos caninos, no arco inferior.

Os elástico Classe III são muito úteis para a correção ortodôntica não cirúrgica das más oclusões de Classe III, já tendem a produzir uma retroinclinação dos incisivos inferiores, uma protrusão dos incisivos superiores e uma correção anteroposterior da relação molar.

Efeitos dos elásticos Classe III:

1 – Extrusão dos dentes posteriores superiores
2 – Inclinação mesial do primeiro molar superior.
3 – Leve avanço maxilar.
4 – Proclinação de incisivos superiores.
5 – Retroinclinação de incisivos inferiores.
6 – Extrusão dos incisivos inferiores.
7 – Distalização do arco inferiores.

Indicações dos elásticos classe III:

1 – Pacientes classe III dentária e/ou esquelética.
2 – Relações dentárias oclusais de Classe III, com um padrão esquelético de mordida profunda.
3 – Mordida cruzada anterior ou topo em RC.
4 – Sobremordida vertical incisiva de Classe III, permitindo possível camuflagem para uma rotação mandibular posterior.
5 – Ancoragem mínima.
6 – Controle da dimensão vertical.

Fonte:
Ortodontia Contemporânea. Diagnóstico e Tratamento –Esequiel E. Rodríguez Yáñez –
REVINTER AMOLCA


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